Sindicato dos Servidores das Autarquias de Fiscalização Profissional e das Entidades Coligadas no Estado do Rio de Janeiro
Assédio Moral
COOPFISPRO
Agenda
07/11
Assembleia Corecon

09/11
Assembleia OAB

11/11
Ato de protesto no CRECI

15/ 11
Proclamação da República

17/11
Reunião com diretoria da OAB

20/11
Dia da Consciência Negra

22/11
Reunião ACT CREA-RJ

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Seis mil e doze reais e dezoito centavos (R$ 6.012,18). Este é o vencimento ideal para um trabalhador brasileiro sustentar uma família de quatro pessoas. O recente levantamento foi calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O estudo leva em conta despesas com moradia, transporte, alimentação, saúde, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência. O valor é quase cinco vezes o atual salário mínimo de R$ 1.212. Nos conselhos, o piso dos servidores também fica aquém do necessário, sendo que, em média, são pagos dois salários mínimos.

“A inflação vem corroendo ano a ano o nosso poder de compra”, aponta o presidente do José Walter Alves Júnior, recordando que a pandemia e a falta de proteção e regulação do governo federal com itens básicos para a população só agravaram o cenário. “Esta insensibilidade também atinge os gestores de muitos conselhos, incapazes de se colocar no lugar de um chefe ou chefa de família frente a um orçamento tão apertado”.

Os cálculos do Dieese se baseiam no preço da cesta básica mais cara do país, que em janeiro foi a da cidade de São Paulo. Na capital paulista, a cesta custa R$ 715, 65. Em fevereiro deste ano, para adquirir os itens da cesta básica uma pessoa teve que trabalhar em média 114 horas e 11 minutos. Em janeiro, esse tempo tinha sido de 112 horas e 20 minutos e em fevereiro de 2021, 110 horas e 22 minutos. O Dieese comparou ainda o custo da cesta básica com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto de 7,5% da Previdência. O órgão observou que 56,11% do salário foi comprometido para adquirir os produtos da cesta