Sindicato dos Servidores das Autarquias de Fiscalização Profissional e das Entidades Coligadas no Estado do Rio de Janeiro
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Uma onda de greves varre a França desde o início desta primeira semana de abril. Os sindicatos protestam contra um projeto de reforma do governo que quer pôr fim a um direito adquirido. Para resistir, eles criaram um novo conceito de mobilização, com uma greve de dois dias a cada cinco, totalizando 36 dias de paralisação alternados até o final de junho.

Os ferroviários franceses são a principal categoria de trabalhadores envolvidas neste movimento. Entretanto, eles já se somarão a outros setores em greve: como funcionários da limpeza e do setor da energia. Os trabalhadores da Air France também farão um dia de greve pela quarta vez no vez no mês, reivindicando um reajuste salarial de 6%.

O governo Macron também desagrada a estudantes, contrários a uma lei que modifica o acesso à universidade por meio de um sistema de seleção. Para a oposição, a gestão Macron é “brutal” e busca reformar rapidamente todos os setores para surpreender os sindicatos.

A França é a única grande economia europeia que não derrotou o desemprego em massa” (8,9% ao final de 2017), argumenta Macron para justificar sua agenda reformista, que passa por privatizações e abertura de capital das estatais. Os sindicatos querem outras medidas e temem que, se o governo ganhar essa batalha, terá as mãos livres para impor outros projetos. Por isso querem conquistar a opinião pública francesa.